Paz e Amor aos Animais
CAMPANHA NACIONAL EM FAVOR DOS ANIMAIS

Consequências ao organismo humano e danos ao planeta causados pelo consumo de carnes e produtos derivados de animais

Importante revelação de IJP APPEL GUÉRY, contatado francês, autor dentre outras, da obra Ciência Unitária do Intra-Universo, já publicada em português.

Nos encontramos numa delicada situação planetária, porque, além do fato de certos animais matarem-se uns aos outros, nós, humanos, matamos a cada ano 60 bilhões de animais terrestres e, se considerarmos também os animais marinhos, chegaremos ao total de 140 bilhões de animais assassinados por ano, isto é, em média, 1900 animais mortos por segundo.

Até 2050, esses números podem aumentar consideravelmente, chegando a duplicar em grandeza, demonstrando a complexidade do problema: atualmente se consomem nove toneladas de carne a cada segundo, pois há, na Terra, uma população fortemente condicionada a comer grandes quantidades de carne.

A partir do momento em que questionamos essa situação, constatamos uma configuração que não apenas se refere aos hábitos alimentares humanos, mas a interesses econômicos colossais; 70% das terras cultiváveis do planeta estão destinadas à produção de produtos animais.

Deve-se, portanto, examinar esse panorama em diversos níveis, porque o universo é a um só tempo físico-químico-material e energético-interdimensional-espiritual. É evidente que todo ato realizado intervém em todos esses níveis.

No nível formal e material, o desenvolvimento da criação de animais para a produção de carne exige atenção. Utiliza-se cerca de 15 mil litros de água para se obter apenas um quilo de carne, enquanto para o cultivo de um 1 quilo de arroz são necessários apenas 2.000 litros de água.

Assim, levando em conta as dificuldades e perturbações, concernentes à escassez de água, que diversas regiões do globo sofrem, a utilização dos recursos hídricos deve, necessariamente, ser considerada.

Para muitas pessoas a sobrevivência encontra-se em estado catastrófico; morrem milhões de crianças. Podemos dizer que não somente os animais sofrem, mas os humanos também, e muito. Vivemos num belíssimo planeta, mas cujas condições de vida são difíceis devido a problemas como as mudanças climáticas, desastres naturais (terremotos), além das guerras que criamos.

Portanto, cada indivíduo é chamado a tomar consciência, a reagir frente à gravidade de tais problemas. Há cinquenta anos, afirmava-se categoricamente que comer carne era absolutamente indispensável, dada a necessidade que o corpo tem de “aminoácidos” que só existiriam na carne. Hoje, SABEMOS QUE ISSO É TOTALMENTE FALSO.

Nossos organismos sintetizam as proteínas de que necessitamos, a partir dos “aminoácidos”, exatamente da mesma forma como fazem os animais que se alimentam exclusivamente de vegetais. Logo, nós também podemos extrair “aminoácidos” dos vegetais. “Aminoácidos” imprescindíveis, como a “lisina”, que dizem existir apenas em animais, em verdade encontram-se também nos vegetais. Então, podemos construir nosso universo proteico a partir dos vegetais como fazem todos os animais que deles se alimentam.

Devemos divulgar essa consciência, que cada um pode ter, para que as pessoas saibam que não são obrigadas a ingerir proteínas animais para sobreviver. Em razão do comércio internacional, muitas vezes carnes importadas de certos países viajam por várias partes do mundo, permanecendo durante longos períodos nos navios e perdendo sua cor. Existe, então, uma prática corrente em que injetam nessa carne, para que ela se torne vermelha novamente, a “nitrosamina”, substância altamente cancerígena. Como resultado, aquele que degusta seu bife sanguinolento, além de consumir substâncias conservantes como essa, também absorve todos os antibióticos e os hormônios de crescimento dados aos animais.

Também é interessante relatar que o intestino humano, com seus sete metros de extensão, é um intestino de herbívoro e não de carnívoro, pois o tigre, por exemplo, que é carnívoro, tem um intestino de três metros de extensão. É importante saber que existem mais bactérias vivendo em nosso organismo do que células em nosso corpo. Carregamos cerca de 1,4 quilos desses seres que nos ajudam a viver. Mas como nos ajudam? Do mesmo modo como ajudam os animais com os quais colaboram: através da digestão, participando na dissolução das proteínas dos alimentos em “aminoácidos”, que mais tarde nosso corpo volta a sintetizar como as proteínas que realmente precisamos.

A ação dinâmica específica de alimentos (DAS) para as proteínas é muito mais elevada do que para qualquer outro grupo alimentar, isto é, exige muita energia do nosso organismo. Deste modo, obter uma caloria a partir do reino animal é muito mais difícil do que extrair essa mesma caloria do reino vegetal. Para que todo o processo de produção de apenas uma caloria animal se desenvolva, são necessários 380m³ de terra. No entanto, é possível com apenas 2m³ de terra produzir uma caloria vegetal. A diferença é brutal; os vegetais são máquinas extraordinárias que fabricam matéria, a partir de seus processos vitais, que alimentam os animais e também nós, os humanos.

Essa dimensão físico-química da operação requer uma séria reflexão, pois além dos antibióticos, hormônios de crescimento, da “nitrosamina” e outros conservadores artificiais, elementos extremamente tóxicos, como a “cadaverina” e a “putrescina”, são gerados pela putrefação da carne no intestino humano, longo demais para fazer adequadamente esta digestão. Todos que comem carne estão carregados destes tipos de venenos.

Vemos, assim, a seriedade da abordagem que essa dimensão físico-química-material requer. Nesse plano, o ser humano não se encontra numa situação muito reluzente. Precisamos compreender, quando falamos do sofrimento dos animais, que é extremamente triste ver como o reino animal sofre, de forma generalizada; mesmo as noites dos animais selvagens não são nada tranquilas. Sendo um plano existencial, um estado de formação ou de queda, dependendo de como se observa a questão das entidades animais, merece nossa reflexão acerca do sentido de tudo isso. É, de fato, lamentável que os animais sofram tanto e que, nós, consequentemente, soframos também e explicarei por que. Terrível é o regime imposto aos animais pela humanidade, conduzindo-os a matadouros, para morrer entorpecidos e eletrocutados, ainda que com menos sofrimento do que o causado por formas mais ancestrais, que certas etnias ainda praticam, cortando a cabeça dos animais, em virtude do sangramento, que é decorrente de hábitos culturais. “Carmicamente”, tudo isso causa um problema que diz respeito à ressonância de ações interdimensionais entre os seres. Lembramos que existe, além do aspecto físico-químico, o aspecto energético-interdimensional.

A energia não é vista, mas é muito poderosa. Podemos constatar isso pela eletricidade. Você não a vê, mas ela desencadeia uma potência muito grande que intervém em todos os circuitos, inclusive em nosso próprio corpo físico.

Ao abordar o mundo da energia global que nos envolve em permanência, sobretudo a questão das ressonâncias telepáticas e sensíveis, observamos que estamos, atualmente, banhados pelo enorme medo e sofrimento dos 1.900 animais mortos a cada segundo. Há uma “astralidade” nos abraçando que é bastante carregada graças a tudo isso. Evidentemente, alguém não teria uma relação muito gentil e amorosa com outra pessoa que a quisesse matar; assim, um ser vivo que foi assassinado provoca a liberação de toxinas de medo extremamente importantes em seu fígado, que representa o cérebro da sensibilidade do plano astral, e em seu sangue, veículo dessa sensibilidade. Toda a informação da situação que estamos descrevendo está gravada na carne que as pessoas irão comer, se deliciando e infelizmente injetando em seus corpos não apenas todos os hormônios, mas também todos os circuitos de medo e ódio dos animais pelos seus assassinos: os humanos; e isso é físico-quimicamente demonstrável.

A matéria viva não é somente físico-química, é mais que isso. Existem energias vitais e todo um psiquismo emocional que agem simultaneamente à forma, chamados corpos energéticos sutis do ser humano.

No equilíbrio universal, a pessoa que mata um animal se torna sede desse veículo energético que não tem mais suporte na terceira dimensão e que, portanto, toma como suporte os responsáveis por sua morte. Deste modo, aqueles que sentem grande prazer em caçar elefantes na África assumirão esta carga “astral” até além do tempo de vida que restaria ao animal abatido.

A lógica é: cada circuito energético utiliza como suporte uma forma, e se essa forma não existe mais, o circuito toma como suporte aqueles que, intervindo, causaram deliberadamente a morte da antiga forma.

Pessoas sensíveis, que decidiram não mais comer carne, que não possuem mais esse hábito, se tentarem ingerir um pedacinho de carne, que seja, sentirão uma enorme energia chegar a elas. Já as pessoas que têm o hábito de comer carne, geralmente desenvolvem uma carapaça contra essas energias. Essa carapaça irá bloquear todas as inspirações telepáticas, inspirações que vêm de planos superiores. Assim, quando deveriam ir à direita acabam indo para a esquerda, muitas vezes se envolvendo em acidentes ao tomar o cruzamento que não deveriam em seu destino. Criar essas carapaças não é um êxito em suas vidas.

Além dos aspectos já abordados, devemos também examinar a espiritualidade de todo este circuito, importante por ser o motivo pelo qual certos indivíduos escolhem ser vegetarianos, ainda que não tenha o mesmo impacto em países que apresentam tendência majoritariamente carnívora, com apenas 2 ou 3 % de vegetarianos, que nos países como a Índia, por exemplo, que possui mais de 40% de vegetarianos.

Sob a ótica espiritual, não se pode analisar o quadro de forma homogênea, pois existem diversas categorias de pessoas no planeta, cada uma com seu devido papel. Apontamos, neste sentido, três categorias dos ensinamentos védicos.

A primeira categoria constitui-se de indivíduos em que predominam as forças ''satvicas''. São indivíduos que vivem tendo um objetivo existencial altruísta, sem esperar qualquer tipo de reconhecimento particular. Buscam o aperfeiçoamento da condição humana. Em geral, são engajados em uma vida espiritual; na Índia, muitos têm um engajamento “satvico” e são vegetarianos.

A segunda categoria de indivíduos é submetida às forças ''rajássicas'' e é orientada para a glória pessoal, à imposição sobre os outros. Fará política para dominar, afirmar seus poderes e comerá, em geral, carnes.

A terceira categoria é submetida às forças ''talmásicas'', que condicionam os indivíduos ao egoísmo total, sem nenhum remorso de andar sobre a cabeça dos outros, sem noção espiritual e ao emprego de muita violência com seres humanos e animais, através do prazer pela caça, etc.

Quem se encontra em uma situação “satvica” dirá que é horrível o que aqueles sob as forças ''talmásicas'' fazem aos animais, porém trata-se de uma questão evolucionária. É dito, pelos que fizeram um salto quântico para outras dimensões, que após a morte, quando cada ser revir o que fez em sua vida, sob o ponto de vista espiritual, sentirá tamanho remorso que será obrigado a retornar imediatamente para resolver seus feitos.

A vida é composta por muitos aspectos e é preciso que sejam colocados no contexto do que é transmitido por certos informadores neste planeta.

Nosso planeta está desconectado dos circuitos de teledifusão universal; os indivíduos, infelizmente, têm programas deformados e se envolvem em processos relativamente repreensíveis, não aceitos pelas dimensões superiores. No entanto, se existem humanos intermediários que lhes digam que o que fazem não é muito correto, alguns poderão escutar e deixarão de ser carnívoros. Tornar-se-ão totalmente vegetarianos e terão todos os privilégios possíveis no plano da saúde, de sua forma e também nos planos energético e espiritual. Pouco a pouco se afinam, mudam de nível vibratório, e um dia participarão, por exemplo, de movimentos preconizando o vegetarianismo.

Tudo isso faz parte do jogo evolutivo e não podemos afirmar, em dado momento, que temos razão sobre tudo porque há pessoas evoluindo em outros planos, ainda que pertencentes ao mesmo sistema global. Muitos se encontram em planos que ninguém gostaria de visitar, como os jovens que devem ir às guerras. Mas, os que têm a possibilidade de acessar uma consciência mais afinada e, progressivamente, uma visão de purificação de seu corpo físico, sem álcool, drogas, carne, tudo o que envenena o ser, não poderão permanecer no nível duro em que viviam e encontrarão uma mudança radical.

Os problemas são complexos e não podem ser solucionados facilmente. Evidentemente, precisamos analisar o que os alimentos que estão na base dessas considerações podem gerar no futuro. Certas configurações de informações, vindas de níveis extraterrestres, transmitem que raças avançadas fabricam todas as matérias de que necessitam sem necessidade alguma de criar animais para seu sustento; falo desse aspecto para explicar que no universo existem todas estas questões e que precisamos saber pelo que lutamos. No acidente da nave extraterrestre recuperada em Roswel, um único extraterrestre sobreviveu. Não tinha boca, nariz, ouvido; não precisava se alimentar, nem de água ou ar, e se comunicava apenas por telepatia. Vemos que a existência no Cosmos reclama, de fato, um corpo adaptado, e essa entidade extraterrestre de Roswel, por exemplo, disse que tinham milhares de anos de existência.

Há todos os tipos de estado, e a questão dos alimentos é relativa ao plano vibratório em que você vive. Portanto, ter uma vigilância sobre os alimentos lhe ajudará a situar-se em planos vibratórios que oferecem acesso a outros níveis de fractais. Os fractais são campos nos quais existe certa densidade de informação. Chegando a campos mais elevados, teremos mais informações, com uma densidade de níveis superiores.

Graças aos nossos conhecimentos e, ao mesmo tempo, ao nosso regime alimentar, é possível ter acesso a níveis mais elevados, nesse caso a informações mais elevadas. Isso permite transmitir mais informações e, assim, possibilitar que cada um reflita melhor sobre sua existência. Poderão mudar de regime e, como consequência, ter acesso a outros níveis.

É assim o jogo que se desencadeia, porque o objetivo de cada um é justamente conseguir ter um contato com planos superiores, para que possa realizar, de fato, seu programa de evolução no universo e se tornar “gestor de universos”, o que estamos destinados a ser em nosso mortal caminhar.

Grato por sua atenção e leitura.

Para mais informações: www.clubqualitativelife.com




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